Trocar de casa parece simples: vende o que tem, compra o que quer. Na prática, são dois processos independentes que têm de ser coordenados com precisão — timing da venda, disponibilidade do novo imóvel, aprovação de crédito, cláusulas contratuais, pontes financeiras.
A nossa abordagem começa sempre por uma simulação financeira completa da troca — perceber exactamente o que sai do bolso, o que entra, o resultado líquido real e as margens de manobra. Só com esse quadro claro é que faz sentido definir a sequência e a estratégia.